Prosper discute também:
• A herança colonial belga e o papel do imperialismo contemporâneo na manutenção da instabilidade e da violência após a independência em 1960.
• Como o saque de minerais estratégicos — como coltan, cobalto e ouro — sustenta a lógica de dominação e dependência, envolvendo grandes corporações transnacionais e potências estrangeiras interessadas nos recursos fundamentais para a tecnologia e a transição energética.
• A presença da missão de paz da ONU (MONUSCO) e a denúncia que podemos fazer, com a tutela internacional e a perpetuação da ocupação, sem que haja posicionamento do governo brasileiro sobre a violência no país.
• E, finalmente, o trabalho e os objetivos do coletivo A Voz do Congo, que atua no Brasil para denunciar o massacre em torno dos minerais e fortalecer as vozes africanas e migrantes na luta por justiça.
Assista até o fim e conheça as reflexões de Prosper Dinganga Sikabaka sobre a atualidade da luta anticolonial, a resistência congolesa e a necessidade de uma solidariedade internacionalista entre os povos oprimidos.