Nessa entrevista, abordamos o balanço histórico do chavismo, e a necessidade de uma política de independência de classe diante dos dois campos burgueses, tanto do regime autoritário repressivo de Nicolás Maduro, quanto da extrema direita pró-imperialista encabeçada por Maria Corina Machado. Nem o madurismo, muito menos o golpismo da extrema direita trumpista, representam os interesses dos trabalhadores. A tarefa histórica da esquerda venezuelana é construir uma força política socialista e revolucionária que possa se apoiar na luta de classes para dar uma saída alternativa às frações burguesas que levaram o país à decadência, ao atraso e à dependência estrangeira.