[Fonte: Divulgação BBC]
Porém, essas ações não se limitam ao continente asiático. A geração Z vem protagonizando uma série de revoltas neste ano de 2025, dando exemplo de uma luta internacionalmente, da ásia à África, américa latina e Europa. Na França, das maiores às menores cidades, centenas de milhares de manifestantes desfilaram para expressar o descontentamento generalizado em relação a Macron e às políticas de austeridade enfrentadas pela classe trabalhadora. Marcado por greves, bloqueios, mobilizações estudantis e manifestações, além da conquista do reconhecimento da Palestina, a bandeira de One piece hoje representa um dos símbolos da luta contra a miséria e a barbárie.
No Peru, a juventude se mobilizou contra o regime golpista e ultradireitista de Dina Boluarte (agora afastada), denunciando a exploração do estado burguês, a repressão policial e a cumplicidade do Congresso. “A juventude o aprendeu de maneira direta: cada marcha, cada concentração e cada praça tomada evidenciam a natureza repressiva de um aparato estatal que protege interesses privados enquanto reprime aqueles que produzem a riqueza”.
[Fonte: Divulgação BBC]
Essa obra caminha para sua reta final, o exército revolucionário começa a fazer suas movimentações, pequenos fragmentos do século perdido vêm sendo expostos e a hegemonia de IMU (rei/rainha do mundo) começa a ser contestada pela frota dos chapéus de palha! Muitas revelações ainda nos aguardam, como a exposição das armas ancestrais (alegoria ao monopólio bélico das nações vinculadas ao GM) e o final do massacre promovido pela elite mundial contra a população de God Valley. One Piece expressa, hoje nos animes, a importante fusão da arte e da realidade política, como porta voz não só da luta dos povos oprimidos mas do espírito de transformação de toda uma geração contra a barbárie e a miséria capitalista!