[Vídeo] Marxismo, literatura e revolução na China
Neste curso, André Barbieri, pós-doutorando em Filosofia da USP e autor do livro ‘China: onde os extremos se tocam”, passa em revista os debates contemporâneos sobre a natureza social do Estado chinês e o governo Xi Jinping, em diálogo com as elaborações de Giovanni Arrighi, Perry Anderson, Slavoj Žižek, entre outros, e adentro os recantos da arte e da literatura nas revoluções chinesas do século XX (Hu Shih, Lu Xun, Wu Zao, Qiu Jin), assim como as autoras contemporâneas que trataram, no âmbito literário, das agruras da “fábrica do mundo”, como Can Xue e Fang Fang.
Retomando os fios dessa tradição revolucionária, a partir da leitura marxista, problematiza o “multilateralismo do capital”, e perpassa as perspectivas de uma estratégia socialista crítica ao imperialismo e ao PCCh.
Sumário
Introdução
As aventuras do pensamento chinês: Hegel, Goethe, Qiu Jin, Marx
Literatura e revolução: Hu Shih e Lu Xun
Revolução Chinesa de 1925-27: berço da teoria da revolução permanente de Trótski
Segunda Guerra Mundial e a Revolução de 1949
Mao Tsé-tung e a contrarrevolução: transição à “fábrica do mundo”
Multilateralismo ou socialismo?